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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ao tempo.

Intermináveis momentos descritos em meu caminho,
inumeras canções com as mesmas lembranças de você,
fragmentos de uma vida que foi junto ao tempo
que cala toda vez que é lembrada em toda prece
ontem ainda sentia o abraço caloroso e infindavel do seu corpo
e a nostalgia habita na alma, como acordes em uma sinfonia,
o ultimo trago de um charuto e o teatro mudo que chora
nos teus braços o meu canto, no teu sorriso o meu encanto
e no teu corpo me acabava em todo o anoitecer vivido,
e ao tempo a esperança de um dia novamente,
amar incondicionalmente simplesmente, bem.

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