Eu cansei de amar o amor,
Cansei se sofrer por ele,
Ingrato, noites sem dormir,
Assim, saindo sem pedir...
O amor é assim, egoísta
Um sofre, o outro ri
E a sistemática repete,
Um circulo vicioso...
Bobo o que ama o amor,
Se entrega, se perde
E a volta, se encontrar
Sem caminhos, labirintos,
É sempre a mesma história,
Um é vilão e a mocinha
Sempre sai certinha
Feito uma valsinha...
Não ame mais o amor,
Ele não merece (por enquanto)
Seja mais você (eu),
Busque somente seu caminho...
Daqui a pouco ele ressurge
E tudo recomeça
Assim, a poesia perde sentido
E o cansaço vira esperança...
E o poeta volta ao ritmo
De amar o amor ingrato
''Mulher de malandro'',
E tudo acontece novamente.
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