Vem chegando maio,
Muda-se a melodia,
A poesia mais bonita,
Passada tristeza...
Não tem mais seis,
Tudo agora outra vez,
Dançarei uma valsinha,
E falarei de novo, amor!
terça-feira, 30 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
O mesmo relato.
Ah, mais um fim de tarde,
Corrida na avenida,
Meu cotidiano repetido,
E as lembranças, à tona...
Os mesmos sorrisos,
As mesmas musicas,
Os versos, o perfume,
Esta em todo lugar...
Não consigo fugir,
É tolice negar, teimar,
Sinto falta, me consome,
E o tempo parece não passar...
Abro a porta de casa,
Vejo ainda teu rosto,
Ouço tua voz, me entristeço,
Volto ao tempo, e padeço.
Corrida na avenida,
Meu cotidiano repetido,
E as lembranças, à tona...
Os mesmos sorrisos,
As mesmas musicas,
Os versos, o perfume,
Esta em todo lugar...
Não consigo fugir,
É tolice negar, teimar,
Sinto falta, me consome,
E o tempo parece não passar...
Abro a porta de casa,
Vejo ainda teu rosto,
Ouço tua voz, me entristeço,
Volto ao tempo, e padeço.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Busca à minha forma feminina.
Passo, passado, em passos lentos,
Caminhos, minha vida, cardia,
Meu ''eu''femismo, além da perspectiva,
Um alerta, ou alento, para alma, que anseia...
Uma brusca busca à minha forma feminina,
No espelho, pela manhã, um esboço,
Frases decoradas, a calça mais bonita,
O cabelo penteado, o perfume sempre usado...
Tentativas, o flerte à garota da esquina,
Na fila da padaria, na bilheteria do cinema,
Entrelinhas nas poesias, uma musica bonita,
E tudo se torna subliminar...
Um vicio, ao amor, pelo amor, por saudade,
De ser sempre de alguém, dela, que nem sei,
Só sei que ainda sou, e serei, até se saber,
O lugar, onde ela, encontrarei.
Caminhos, minha vida, cardia,
Meu ''eu''femismo, além da perspectiva,
Um alerta, ou alento, para alma, que anseia...
Uma brusca busca à minha forma feminina,
No espelho, pela manhã, um esboço,
Frases decoradas, a calça mais bonita,
O cabelo penteado, o perfume sempre usado...
Tentativas, o flerte à garota da esquina,
Na fila da padaria, na bilheteria do cinema,
Entrelinhas nas poesias, uma musica bonita,
E tudo se torna subliminar...
Um vicio, ao amor, pelo amor, por saudade,
De ser sempre de alguém, dela, que nem sei,
Só sei que ainda sou, e serei, até se saber,
O lugar, onde ela, encontrarei.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Intervalos.
O meu tempo tem intervalos, estações,
Ora um sorriso, ora um verso,
Um soneto, pausa de saudade,
Poucas palavras, e muito silêncio...
Poesia muda, pálida, cálida,
Murcha, flor que padece,
A mente ensandece,
Tomado em devaneios...
Penso, me reinvento, me perco,
Anoiteço, e não me vejo,
Horas que passam, dias que morrem,
E não voltam mais...
Eu tenho vivido de intervalos,
De momentos, destemperamento,
Sou assassino da saudade,
Nesta noite mórbida, de penumbra.
Ora um sorriso, ora um verso,
Um soneto, pausa de saudade,
Poucas palavras, e muito silêncio...
Poesia muda, pálida, cálida,
Murcha, flor que padece,
A mente ensandece,
Tomado em devaneios...
Penso, me reinvento, me perco,
Anoiteço, e não me vejo,
Horas que passam, dias que morrem,
E não voltam mais...
Eu tenho vivido de intervalos,
De momentos, destemperamento,
Sou assassino da saudade,
Nesta noite mórbida, de penumbra.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Apenas mais um dia.
- sabe, fiquei pensando isso hoje!
- será que um dia, vou encontrar alguma pessoa ''doida'' feito eu?
- pensei que tinha encontrado, mas vi que ainda não é.
- haha.
- não que eu queira alguém como eu, seria egoismo demais.
- mas, alguém realmente meio doido, desprendido, sem futilidade e essa coisa capitalista de hoje.
- alguém que ame, pela vida, pelo meu ''eu'', sem preocupar com minha altura ou peso, ou a cor do cabelo.
- hoje refleti muito sobre isso.
- não sofrendo, ou chorando, nada disso,
- apenas pensei, e pensei...
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