Tenho vivido uma época,
que venho fugindo de mim demais.
Um tempo que é pausado,
pela dor da saudade e da fuga à saudade.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Tudo o que eu quero é falar!
Não soou ouvido, sou mudo
meu coração é surdo,
por ouvir demais...
Tudo que eu quero é falar,
é suspirar em teus ouvidos,
entregar-me aos teus braços,
Quero falar em musica,
gritar em poesia,
enfeitar contigo meu jardim,
Cansaço sou só de ouvir,
o que machuca, o que corrói,
o que me cega e suicida,
Meu coração suplica,
tudo que eu quero é so falar,
o que eu quero é só amar.
meu coração é surdo,
por ouvir demais...
Tudo que eu quero é falar,
é suspirar em teus ouvidos,
entregar-me aos teus braços,
Quero falar em musica,
gritar em poesia,
enfeitar contigo meu jardim,
Cansaço sou só de ouvir,
o que machuca, o que corrói,
o que me cega e suicida,
Meu coração suplica,
tudo que eu quero é so falar,
o que eu quero é só amar.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
O fim, do fim.
Dói meu peito, dor dôidá!
Grita minha alma, escancara os versos,
Queimando no inferno, diante do mundo,
Meu roteiro é repetido, é mordido, amordaçado,
A minha valsa, é do adeus como n(o) Tom.
Cada nota perfura, espreme, exprimi...
Imprimi em cada estrofe a dor do fim,
O medo do recomeço, e a saudade, da saudade
Me cega, na luz, o medo de ''ver'' (enxergar)
O meu tempo foi furtado,
Meu corpo paralisado, uma eutanasia poetica,
Perdi de mim mesmo, diante de mim mesmo,
A morte no começo, diante do tropeço
Tercetos, tecidos a fitas de seda que fitavam
Me prendia por aquele amor bonito,
Que me entorpecia e adornava
Daquele tempo que foi furtado,
Hoje
Não
Há.
O mudo morreu,
No seu mundo perdeu,
O poeta sucumbiu,
Fez-se da perda o fim...
O fim do meu fim.
Grita minha alma, escancara os versos,
Queimando no inferno, diante do mundo,
Meu roteiro é repetido, é mordido, amordaçado,
A minha valsa, é do adeus como n(o) Tom.
Cada nota perfura, espreme, exprimi...
Imprimi em cada estrofe a dor do fim,
O medo do recomeço, e a saudade, da saudade
Me cega, na luz, o medo de ''ver'' (enxergar)
O meu tempo foi furtado,
Meu corpo paralisado, uma eutanasia poetica,
Perdi de mim mesmo, diante de mim mesmo,
A morte no começo, diante do tropeço
Tercetos, tecidos a fitas de seda que fitavam
Me prendia por aquele amor bonito,
Que me entorpecia e adornava
Daquele tempo que foi furtado,
Hoje
Não
Há.
O mudo morreu,
No seu mundo perdeu,
O poeta sucumbiu,
Fez-se da perda o fim...
O fim do meu fim.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Desabafo do poeta.
Você se depara com a solidão
ali ao seu lado constantemente,
percebe que ela é sua unica companheira,
e faz dela seu refugio,
Te apega a laços que ja se romperam,
e faz da dor a sua unica amiga,
torna o teu passado um constante presente,
que trazem a tona a tristeza da partida,
Tu percebe que tudo foi um engano,
quem te cercou a tantos anos,
hoje te faz sofrer e dormir na solidão,
te trai, como se ''ver'' fosse sentir...
Faz de ti um escravo da dor,
Cansei de gritar e nao ser ouvido,
Cansei de chorar e nao ser sentido,
Cansei de amar e não ser correspondido.
ali ao seu lado constantemente,
percebe que ela é sua unica companheira,
e faz dela seu refugio,
Te apega a laços que ja se romperam,
e faz da dor a sua unica amiga,
torna o teu passado um constante presente,
que trazem a tona a tristeza da partida,
Tu percebe que tudo foi um engano,
quem te cercou a tantos anos,
hoje te faz sofrer e dormir na solidão,
te trai, como se ''ver'' fosse sentir...
Faz de ti um escravo da dor,
Cansei de gritar e nao ser ouvido,
Cansei de chorar e nao ser sentido,
Cansei de amar e não ser correspondido.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Sem titulo.
Se o tempo te trai, o que tu faz?
Tornaste facil a missão de morte?
Tu para defrente o espelho e não se vê,
Fica se perguntando porquê
As vezes tudo é falso demais...
Na dificuldade que você se conhece,
e conhece os que estão a tua volta,
Voce vai percebendo que não é cercado de nada,
Nada mais que pessoas a sua volta,
Copias baratas de você.
Tornaste facil a missão de morte?
Tu para defrente o espelho e não se vê,
Fica se perguntando porquê
As vezes tudo é falso demais...
Na dificuldade que você se conhece,
e conhece os que estão a tua volta,
Voce vai percebendo que não é cercado de nada,
Nada mais que pessoas a sua volta,
Copias baratas de você.
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