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sábado, 19 de setembro de 2015

Versos infinitos, brincando de saudade.

Ah, últimos tempos que são de sempre...

Tributo onde entre tantas, encontrei-me,
Em teus lábios, perfeita sincronia,
Nos teus abraços, fujo da saudade,
Findando poesias repetidas...

Unica, a quem devoto o meu amor,
Fielmente, embora, entanto,
Por errar entretanto, sou melhor,
Em você encontro acalanto...

As brincadeiras de criança,
Discussões sem sentido,
Que na verdade, nos traça sentindo,
O que suporta tudo, de graça...

Não me vejo sem, em cem tantos,
Encontramos o inicio, o meio, enfim,
Ainda bem que é assim, você pra mim,
E eu que descubro que sempre, sou teu.